Verde Azul Participa no Dia Mundial de SIG em Maputo

A Verde Azul participou no passado dia 25 de Novembro, num evento alusivo ao GIS Day, que nesta edição anual foi realizado em formato de teleconferência devido à pandemia do COVID19. O evento contou com a participação de mais de 30 técnicos profissionais Moçambicanos com experiência em Sistemas de Informação Geográfica e especializados nas áreas de desenvolvimento de projectos, gestão de terras e ambiente, socio economia e conservação.

O evento teve a duração de uma hora e meia, na qual foram apresentados trabalhos de investigação relacionados com o SIG e as suas aplicabilidades no contexto Moçambicano. A Verde Azul contou com a participação de dois técnicos profissionais de SIG para apresentarem os seus trabalhos onde ambos incorporaram técnicas de SIG para analisar contextos locais sob o tema “Uso do SIG como ferramenta de Análises Espaciais e Gestão Territorial.”

Annura Taquibo, defendeu um estudo sobre “Análise Temporal de Ocupação do Solo”, efetuado na província da Zambézia, através do qual apresentou imagens de satélite de diversas datas e ilustrou como as ferramentas de SIG permitem detetar, quantificar e localizar alterações na ocupação de solo. Taquibo concluiu, que estas técnicas de SIG apoiam na tomada de decisões em relação ao uso sustentável dos recursos naturais de Moçambique.

Iggo Uassiquete, defendeu um estudo sobre “Cadastro Rural na Zambézia”, através do qual apresentou o SIG como ferramenta de análise para melhorar o ordenamento territorial com base na realidade local e na criação de cenários que projetam as implicações e vantagens das possíveis mudanças, que visam melhorar a habitabilidade dos espaços.

O GIS Day é um evento anual que celebra a tecnologia de sistemas de informação geográfica (GIS) que foi iniciado pelo líder mundial em análise espacial Esri e que ocorreu pela primeira vez em 1999. O presidente e cofundador da Esri, Jack Dangermond, credita a Ralph Nader como a pessoa que inspirou a criação do GIS Day. Ele considerou o evento uma boa iniciativa para as pessoas aprenderem sobre geografia e os diversos usos do SIG. Nader queria que o GIS Day fosse um esforço de base e aberto à participação de todos. Hoje, o evento oferece um fórum internacional para usuários de tecnologia SIG para demonstrar aplicativos do mundo real que estão fazendo a diferença na sociedade.

Através desta iniciativa a Verde Azul pretende incentivar a investigação científica e a utilização de tecnologias digitais de ponta de modo a garantir resultados qualitativos e inovadores e uma melhor formação técnica de recursos humanos locais.

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Verde Azul promove Economia Azul e Educação Ambiental nas Escolas de Maputo

Através do projecto “Escola Ecológica-Sementes para o Futuro”, a Verde Azul, uma empresa ligada ao desenvolvimento e gestão de projectos ambientais, promoveu, recentemente, campanhas de educação e sensibilização a alunos, professores e auxiliares administrativos de sete (7) escolas primárias da província de Maputo. A iniciativa contou com o apoio da Cooperativa de Educação Ambiental Repensar em parceria com a AMAIA (Associação Moçambicana de Avaliação de Impacto Ambiental), CDM (Cervejas de Moçambique) e a Associação Yinguissa.

No âmbito do projecto, a Verde Azul realizou campanhas de sensibilização sobre a importância de conservar a biodiversidade organizando palestras de sala em sala e nos pátios escolares. Adicionalmente, disponibilizou material didático com forma de incentivar os alunos a investigar e compreender o meio ambiente. Também promoveu campanhas de limpeza na praia da Costa do Sol, acções de conservação da água e de plantio de árvores. O projecto em questão engloba a Escola Primária Completa do Jardim, a Escola Primária Completa Costa do Sol, a Escola Primária Completa 24 de Julho, o Colégio Arco-Íris, a Escola Comunitária Hitankula e a Escola Primária Completa Gungunhana. Segundo Bruno Dias, oficial de comunicação da Verde Azul, algumas das actividades incluíram “capacitação de vinte e cinco (25) alunos pertencentes às 4ª, 5ª e 6ª classes, revitalização do Clube Ambiental escolar, educação para gestão de resíduos sólidos e líquidos”.

Sobre a promoção da Economia Azul, a Verde Azul acredita que a prática pode catapultar o desenvolvimento económico de Moçambique tornando o país numa fonte de conhecimento em matéria de conservação marítima. As oportunidades que existem na área da investigação científica e conservação podem criar mais postos de trabalho e negócios ligados à área. As campanhas da Verde Azul no tocante à Economia Azul baseiam-se no facto de que mais de 60% da população moçambicana vive ao longo da costa marítima, o que proporciona o encontro dos rios e o enriquecimento das paisagens naturais adjacentes. Os mangais, os recifes, os rios e as espécies marinhas fazem parte de ecossistemas complexos e simbióticos, quando um destes ecossistemas sofre mudanças, o impacto sente-se ao longo de toda a cadeia de valores, reduzindo a resiliência do país às mudanças climáticas e exacerbando eventos extremos que afectam directamente a segurança da população e seus meios de vida.

Assim, a Verde Azul acredita ser fundamental mitigar os impactos da poluição marítima e potencializar os recursos marinhos, implementando e monitorando novas políticas ambientais que protejam os ecossistemas e que promovam as comunidades locais. Kemal Vaz, Director Geral da Verde Azul, acredita ser “necessário um maior envolvimento do governo e das autoridades fiscalizadoras em parceria com a sociedade civil e o sector privado”. É necessário consolidar os mecanismos e as políticas ambientais de modo que exista maior coordenação entre as comunidades, os mecanismos de protecção costeira, o governo e o sector privado”.

Tendo em conta os desafios impostos pela pandemia, a empresa tem implementado novas metodologias e sistemas de prevenção contra a Covid-19 em todos seus projectos, desde o distanciamento social, desinfecção das mãos ao uso correcto da máscara.

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Respondendo às Mudanças Climáticas em Moçambique: Relatório de Síntese. Maputo INGC

Os resultados do nosso estudo foram integrados no relatório nacional geral e podem ser encontrados nas páginas 92-100 em Van Logchem, B. & Queface, A.J. (eds.). 2012. Respondendo às Mudanças Climáticas em Moçambique: Relatório de Síntese. Maputo INGC.

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