Fortalecimento Institucional e Capacitação das Cooperativas de Leite em Manica

Fortalecimento Institucional e Capacitação das Cooperativas de Leite em Manica

Cliente – DGRV
Localização – Manica – Moçambique
Ano – 2013 – 2015
Tempo – 2 anos

Assistência, Formação e Capacitação Institucional de 4 cooperativas num total de 250 membros para auxiliar os cooperativistas no desenvolvimento de uma cooperativa mais rentável e social e ambientalmente sustentável.

As cooperativas têm recebido assistência técnica da Cooperativa União das Cooperativas Americanas (UCLA) e do Land O’Lakes desde 2008. Esta assistência foi prestada à DANMOZ, produtora de iogurte e queijo em Manica, que têm sido fundamentais para a promoção do estabelecimento destas cooperativas. A assistência da UCLA e do Land O’Lakes continuará até o final do ano. A assistência da Verde Azul tem como objectivo formar as cooperativas, de modo sustentável. O projecto foi prorrogado no final de 2014, para incluir o estabelecimento de uma união cooperativa que irá fornecer serviços para as demais, tais como: recolha de leite, centros de conservação leiteira, negociação de vendas, etc. O trabalho envolveu assistência para definir planos estratégicos e desenvolver planos de negócios operacionais para cada cooperativa.

ANGELIQUE – Mapeamento da Futura Expansão da Oferta de Energia

ANGELIQUE – Mapeamento da Futura Expansão da Oferta de Energia

Cliente – EDM, “Angelique”
Localização – Cabo Delgado e Nampula
Ano – 2015
Tempo – 2,5 meses em desenvolvimento

Este projecto tem as seguintes componentes:

  1. Levantamento de potenciais consumidores de energia eléctrica, para que com este trabalho, se pretenda localizar os potenciais consumidores e identificar quem já está a consumir energia eléctrica, esta metodologia é feita com um GPS e de modo digital;
  2. Descrição topográfica das áreas onde está prevista a implementação de linhas de média tensão e os postes.

Este projecto será implementado nas províncias de Nampula e Cabo Delgado.

 

Preparação do Apoio ao Desafio do Milénio a Projectos Ambientais e Sociais no Norte de Moçambique

Preparação do Apoio ao Desafio do Milénio a Projectos Ambientais e Sociais no Norte de Moçambique

Cliente – Ministério do Ambiente e UNIDO/MICOA
Localização – Norte de Moçambique
Ano – 2010
Tempo – 1 ano

A Verde Azul foi contratada pela UNIDO / MICOA para apoiar o Governo de Moçambique na preparação da subvenção financiada pelos EUA a Moçambique, no âmbito da iniciativa Millennium Challenge Corporation.

Este foi um processo que teve inicio em 2004, quando Moçambique foi escolhido como candidato para uma preparação do MCC. Os projectos foram aprovados em 2009-2010 para um total de USD 500 milhões.

O trabalho foi coordenado pela unidade local do Millennium Challenge Account – MCA, tendo como principal objectivo rever a carteira de projectos em termos de âmbito legal nacional e internacional (MCC, GdM e as Boas Práticas ambientais, sociais e reassentamentodo Banco Mundial), assim como categorizar projectos em classes de Avaliações Ambientais (relacionados com o impacto e necessidade de medidas de mitigação ambiental e social).

Propor acções para atingir as metas, bem como a elaboração de memorandos de entendimento com as várias unidades governamentais de implementação (ANE, FIPAG, MICOA, DNAIA, DINACOT).

Um dos pontos centrais era garantir que a carteira de projectos poderia ser implementada e concluída no prazo de 5 anos.

A Verde Azul trabalhou com várias instituições e equipas de “due diligence”.

A Verde Azul realizou a revisão dos estudos preliminares e a assistência na fase de preparação e concepção inicial das componentes ambientais e sociais do Compacto.

A Verde Azul trabalhou com o MICOA para preparar um plano para capacitação e auxiliou na identificação de programas de formação de recursos humanos que seriam adequados às províncias apoiadas pelo MCA (Niassa, Nampula, Zambézia e Cabo Delgado).

Assistência Técnica para a Redução da Burocracia para a CTA em Moçambique

Assistência Técnica para a Redução da Burocracia para a CTA em Moçambique

Cliente – SIDA
Localização – Moçambique
Ano – 2003 – 2007
Tempo – 5 anos

A Verde Azul prestou serviços técnicos de apoio á Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) para reduzir as barreiras da burocracia e promover as relações empresariais entre Moçambique e os países nórdicos durante um período de 5 anos. O apoio financeiro envolvido pela CTA foi cerca de USD 1,6 milhões, sendo este financiamento aplicado com o objectivo de reduzir a pobreza através da criação de emprego e crescimento de negócios.

Teve  4 objectivos imediatos:

  1. Fortalecer a CTA;
  2. Promoção pública de iniciativas privadas;
  3. Criar e fortalecer o Centro de Arbitragem;
  4. Fornecer Administração de Projectos e Coordenação;

A Verde Azul coordenou o projecto e apoiou a gestão de fundo.

A Verde Azul certificou-se que os processos de aquisição de bens e serviços respeitavam as regras e regulamentos da SIDA. A Verde Azul realizou reuniões estratégicas regulares com o cliente e com os financiadores.

Este projecto permitiu há CTA encontrar soluções para reduzir em 25%, as barreiras existentes identificadas pelos investidores, como principais obstáculos ao um bom ambiente de negócios.

Crescimento Económico Inclusivo através do uso Sustentável dos Recursos Naturais na Província de Niassa: Programa Malonda

Crescimento Económico Inclusivo através do uso Sustentável dos Recursos Naturais na Província de Niassa: Programa Malonda

Cliente – Governo de Niassa e ASDI
Localização – Niassa – Mozambique
Ano – 2000 – 2007
Tempo – 7 anos

A Verde Azul foi fundamental no desenvolvimento e gestão do Programa Malonda, um programa de desenvolvimento do sector privado na província do Niassa, Moçambique. O programa foi financiado pelo Governo de Moçambique e pela Agência de Cooperação Sueca para o Desenvolvimento Internacional.

A Verde Azul apresentou propostas para estabelecer posteriormente uma estrutura institucional sustentável para o Programa Malonda.

A Fundação Malonda estabeleceu como serviços essenciais da sua área de actuação: fornecer apoio às comunidades locais proporcionando o aumento da eficiência das empresas relacionadas com a redução de barreiras à burocracia; risco e transacções estabelecidas na Fundação Malonda.

Durante a gestão da Verde Azul, cinco empresas florestais foram certificadas pela FSC, que iniciou as suas operações no Niassa, em parceria com a Malonda. Actualmente estão a implementar uma gestão planeada para reflorestar mais de 500.000 ha de terras degradadas. Mais de 3.000 novos empregos directos foram criados até 2007. Espera-se que esta trajectória seja de continuidade de forma a atingir pelo menos 15.000 novos postos de trabalho no prazo de dez anos. Daqui verificou-se a implementação de várias empresas e a linha férrea foi reestruturada.

Foi criada uma grande área de vida selvagem protegida com 110 000 ha, Monte Mosale, que é importante para a protecção dos ecossistemas e para a biodiversidade da província.

As responsabilidades incluíam: concepção, execução, coordenação, acompanhamento e planeamento, a avaliação regular do desempenho (operacional e financeiro) e reorientação das actividades. Também envolveu a identificação de oportunidades de investimento em colaboração com o Governo Provincial e promoção dos investimentos e negociações comerciais com investidores e partes interessadas em Silvicultura, Agricultura, Turismo e Vida Selvagem.

Posteriormente as comunidades foram assistidas em como planear o uso de suas terras por peritos externos e independentes, e a VA também forneceu suporte legal. As comunidades decidiram abdicar de alguns dos seus direitos a favor da implementação de estabelecimentos comerciais em troca da criação de emprego e desenvolvimento de infraestruturas.

A Verde Azul desenvolveu um modelo para o reconhecimento de direitos colectivos e as comunidades foram trazidas para relações directas com investidores.

O processo foi implementado com o apoio da FAO, Fundação Aga Khan, TechnoServe e com peritos independentes, tais como,  Sevy Madureira do Brasil e Christopher Tanner da FAO fornecendo orientação e apoio durante todo o processo.

O processo para a obtenção de direito de uso da terra foi implementado de acordo com a lei de terras de Moçambique (publicado em 1997).

Centrou-se, além do mais, num processo de Consentimento Livre e Esclarecido no tocante à delimitação de todas as áreas que legalmente pertencem às comunidades locais, bem como foram priorizados o mapeamento das áreas de alto valor de conservação.

A estratégia Malonda centrou-se no respeito pelas comunidades indígenas e seu direito de tomar decisões informadas e inclusivas. As comunidades locais foram incentivadas a tomarem conta da velocidade e do processo de negociação nos vários debates que conduziram à criação da Fundação Malonda.

Um Centro de Recursos da Malonda foi inaugurado em Maputo e foi criada uma sede em Lichinga. Uma vez que as instituições foram legalizadas e o conselho de administração realizou as suas primeiras reuniões, a Verde Azul entregou o programa a ser levado a cabo pela Administração e por um director executivo e sua equipa.

Produção de Açúcar Orgânico Não Refinado e Cana-de-Açúcar na Província de Cabo Delgado

Produção de Açúcar Orgânico Não Refinado e Cana-de-Açúcar na Província de Cabo Delgado

Cliente – Ouro Verde, Lda
Localização – Cabo Delgado –  Moçambique
Ano – 2012 – 2015
Tempo – 3.5 anos

A Verde Azul desenvolveu, na província de Cabo Delgado, um projecto comercial, de pequena dimensão de cana-de-açúcar, integrado verticalmente.

Este projecto foi iniciado através de estudos de investigação sobre variedades de sorgo doce e cana-de-açúcar para um investidor sueco da área de Bio energia. O trabalho desenvolvido pela Verde Azul envolveu as seguintes acções:

  • a selecção de um local adequado;
  • o desenvolvimento do estudo de viabilidade;
  • a mobilização de pessoal e formação;
  • aplicação de terra, água, ambiente e outras licenças;
  • certificação da área pelo ECOCERT para a produção de cana e sorgo doce, bem como outras sementes;
  • o processamento de açúcar orgânico;
  • pré-certificação pelo RSB (Mesa Redonda sobre Biomateriais Sustentáveis);
  • identificação de parceiros de investimento;
  • pedidos de financiamentos e mobilização de subvenções;
  • apresentação de planos de negócio e implementação do projecto em coordenação com a AGRICANE (um grupo sul-africano de consultoria especializada na produção de cana-de-açúcar e com um longo historial em Moçambique).

Em Dezembro de 2014, as plantações de sementes de cana de diversas variedades adequadas ao local, já tinham sido estabelecidas e a fábrica foi concluída de modo a que os primeiros lotes de teste de açúcar já pudessem ser produzidos.

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