Semana da Ciência Aberta na UEM

Programa da Celebração da Semana da Ciência Aberta – 23 a 27 de Outubro de 2023

Registe-se:

  • Segunda-feira, 23 de Outubro de 2023
    Sessão híbrida (presencial e online);
  • Terça-feira, 24 de Outubro de 2023
    Sessão virtual;
  • Quarta-feira, 25 de Outubro de 2023
    Sessão virtual;
  • Quinta-feira, 26 de Outubro de 2023
    Sessão virtual;
  • Sexta-feira, 27 de Outubro de 2023
    Sessão virtual.

Local: Auditório da ECA
Link para registo e acesso a sala virtual:

Descarregue no hyperlink abaixo o Programa da Celebração da Semana da Ciência Aberta na UEM, em formato PDF:

Semana da Ciência Aberta – Programa e Agenda das Sessões

Conferência Aquashare & Expo PLAMA 2023

As conferências da AQUASHARE são um espaço privilegiado para o debate de ideias e temas estratégicos do sector, tendo a primeira tido lugar em 2012. A presente edição, tomará em consideração os resultados das conferências AQUASHARE anteriores muito em particular AQUASHARE 2016, AQUASHARE 2018 e AQUASHARE 2022 que tiveram como temas “Da Visão à Acção”, “Soluções com Futuro, valorizando a inovação e o empreendedorismo para o desenvolvimento do sector de água” e o Papel da Água subterrânea no Desenvolvimento do País” respectivamente.

A CONFERÊNCIA AQUASHARE 2023 cujo tema é: “Urbanização, Cheias e Inundações urbanas em Moçambique:  Como construir a nossa resiliência?” inspira-se em dois grandes assuntos: primeiro é relativo ao Lema do Dia Mundial de Água, adoptado pelo País: Libertar os caminhos da água, a mudança, que queremos para evitar cheias e inundações”, segundo refere-se ás grandes inundações e cheias que destruiram infra-estrutras públicas, sociais e propriedades individuais para além de ter desalojado e conduzido a miséria à centenas de famílias moçambicanas. Por outro lado, a Associação Aquashare promove uma visão sobre a Gestão Integrada da Água Urbana, relevante ao tema, por meio de capacitação dos técnicos e advocacia ao nível dos decisores das estratégias do sector.

A Conferência procurará trazer propostas de abordagens científicas para a actual pressão de uso do solo urbano, contribuindo assim para a manutenção de um ambiente urbano saudável. Espera-se que os resultados contribuam para a implementação dos programas quinquenais 2024-2028 das autarquias locais e inspiração para estratégias sectoriais para o período 2025-2029, no combate às vulnerabilidades introduzidas pelas mudanças climáticas e pela acção do homem sobre o solo urbano.

Tal como na última edição a Conferência AQUASHARE, será uma organização conjunta com a Expo PLAMA que para além da tradicional visibilidade das empresas que actuam no sector, será dedicada a uma retrospectiva sobre os primeiros 5 anos da Associação PLAMA e projectar uma visão do seu futuro.

SUBTEMAS PARA A CONFERÊNCIA AQUASHARE E EXPO PLAMA

TEMA: Urbanização, Cheias e Inundações urbanas em Moçambique: Como construir a nossa resiliência?

Subtema 1: Urbanização no contexto das mudanças climáticas

As cidades precisam de se adaptar para lidar com os impactos das mudanças climáticas, como aumento da temperatura global que resultam em eventos climáticos extremos (cheias, secas, tempestades), de gelo e aumento do nível do mar.

O crescimento populacional, aliado ao êxodo da população rural activa, para as grandes cidades á procura de melhores condições de vida, conduzem à ocupação informal e desenfreada do solo urbano. Os serviços infra-estruturais, sociais e económicos de apoio não conseguem acompanhar este movimento migratório, aliada a fraca governança, a ocupação de bacias de drenagem urbana exacerbam a vulnerabilidade do País e agravam os problemas climáticos que está a enfrentar.

O ponto de partida é que a resiliência das cidades pode ser impulsionada pela economia, meio ambiente, sociedade e administração pública. Com um planeamento urbano, políticas públicas e uma actuação proactiva dos poderes governamentais locais, as cidades resilientes implementam acções específicas que geram uma dinâmica social e económica mais estável e, por consequência, maior qualidade de vida para a população.

Sendo assim, este subtema pretende apresentar e discutir os seguintes temas relacionados:

Item Subtema Tópicos a considerar
1 Planeamento urbano, regulamentação e gestão da vazão das águas ·     Planeamento urbano integrado

·     Ciclo urbano da água

2 Infra-estruturas hidráulicas de adaptação às mudanças climáticas ·     Sistemas de drenagem em cidades costeiras e do interior

·     Sistemas de drenagem em vilas

3 Vulnerabilidade e resiliência urbana face às mudanças climáticas ·     Vulnerabilidade e resiliência urbana face às mudanças climáticas

Subtema 2: Abordagens inovadoras, práticas e tecnologias para a resiliência às cheias e inundações urbanas

O tratamento das cheias e inundações urbanas requer uma combinação de abordagens inovadoras, práticas sustentáveis e tecnologias avançadas para aumentar a resiliência das comunidades e reduzir os danos causados por esses fenómenos naturais que desestabilizam o tecido social e resultam em enormes perdas económicas. Acções conjuntas visam a reduzir os efeitos destes fenómenos que são cada dia imprevisíveis.

Este subtema debruçar-se-á sobre as estratégias nacionais  a adoptar para superar e reduzir a vulnerabilidade das comunidades e efeitos dos fenómenos naturais nas zonas urbanas e a criação de espaços públicos adaptáveis para enfrentar mudanças climáticas e desafios futuros.

Sendo assim, este subtema pretende apresentar e discutir os seguintes temas relacionados:

Item Subtema Tópicos a considerar
1 Estratégias de adaptação e mitigação dos riscos a desastres em cidades e vilas ·     Estratégias de adaptação e gestão de riscos

·     O papel da investigação na mitigação dos desastres

·     Sistemas de sensibilização e aviso prévio

2 Mecanismos e arranjos institucionais para a gestão das cheias e inundações urbanas ·     Mecanismos e arranjos institucionais

·     Modelos de financiamento dos serviços

3 Inovação tecnológica ·     Novas abordagens tecnológicas

Subtema 3: Como construir a resiliência?

O crescimento urbano deve ser funcional e sustentável. Para garantir um equilíbrio entre o acesso e uso do solo urbano há necessidade da compreensão das várias esferas de interesse urbano para um crescimento sustentável. Este subtema pretende discutir aspectos de governança, saneamento, abastecimento de água, saúde pública, entre outros. Espera-se neste tema ter apresentações relacionadas a outros serviços urbanos de modo que seja sustentável, resiliente e funcional.

A multifuncionalidade urbana é fundamental para garantir um crescimento urbano equilibrado, funcional e sustentável. Isso envolve considerar uma variedade de esferas de interesse urbano e serviços essenciais para criar cidades que sejam resilientes, acessíveis e saudáveis para os seus habitantes. Sendo assim, este subtema pretende apresentar e discutir os seguintes temas relacionados:

Item Subtema Tópicos a considerar
1 Tratamento e reutilização da água ·     Tratamento e Reuso das águas residuais
3 Saúde pública ·     Impacto das cheias e inundações urbanas

·     O papel das lideranças na construção da resiliência

4

Governança urbana

·     Políticas, estratégias, posturas, etc.

·     O papel da comunidade e das lideranças locais na gestão do solo urbano

·     Modelos de serviços de drenagem de águas residuais

·     Assuntos transversais

CHAMADA PARA A SUBMISSÃO DE RESUMOS DAS APRESENTAÇÕES

Guião para os autores para submissão de resumos

Os resumos devem incluir Título (máximo de 10 palavras), Introdução, objectivos, metodologia, resultados e conclusão. As palavras-chaves devem ser no máximo 5. Os resumos deverão conter no máximo 300 palavras. Devem ser escritos em fonte Times New Roman, tamanho 12.

Informação dos apresentadores: Nome do autor, afiliação institucional, e-mail, número de telefone, e outra informação que facilite o contacto com o autor.

Os resumos derem ser submetidos seguindo o link: https://forms.gle/a87bMomxpcLYA8946

E em caso de dúvidas os autores podem entrar em contacto com a nossa equipa através do e-mail: conferencia.aquashare2023@gmail.com

DATA & LOCAL

A Conferência AQUASHARE & EXPO PLAMA 2023, decorrerão de 30 de Novembro a 01 de Dezembro de 2023, no Hotel VIP, sito em Maputo Avenida 25 de Setembro, nº 692.

INSCRIÇÕES INDIVIDUAIS

Para garantir a sua inscrição no evento clique aqui.

INSCRIÇÕES EXPOSITORES

As instituições interessadas em ter um stand para exposição dos seus produtos e/ou serviços, poderão se inscrever clicando aqui.

CONTACTOS

Caso precise de informações ou esclarecimentos adicionais contacte:

E-MAIL: info@aquashare.org.mz ou info@plama.org.mz

TELEMÓVEL: +258 827525790 ou +258 826801053

Mesa Redonda: Transparência e Responsabilização na Gestão e Administração de Terras

Dia 15 de Agosto de 2023 – 8h30 – 12h00

Sala de Conferências do Programa SPEED – Av. Marginal, Torres Rani R/C, Maputo (adjacente ao balcão do banco ABSA).

Participação virtual a partir do LINK: meet.google.com/ust-vvna-get

Facilitador: Kemal Vaz – Director Geral da Verde Azul Consult, Lda.;

Orador: Edson Cortez – Director do CIP;

Painelista: Gilda Munguambe – CESC.

AEMC Participa do 1º Fórum de Engenheiros dos PALOP

No dia 10 de Julho do corrente ano, a Associação das Empresas Moçambicanas de Consultoria (AEMC) participou do 1º Fórum de Engenheiros dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP), cujo tema principal foi “Mobilidade de Engenheiros no Espaço dos PALOP”.

O evento teve lugar no Montebelo Indy Congress Hotel, na Cidade de Maputo, durante quatro dias, de 10 a 13 de Julho. Seu principal objectivo era promover o conhecimento mútuo das organizações que representam os engenheiros em cada país integrante do grupo, facilitar o reconhecimento profissional e criar condições para a mobilidade dos profissionais no espaço dos PALOP.

Em representação da AEMC, a Engª. Sarifa Izidine, presidente da associação, partilhou com os participantes a situação actual do ambiente de negócios da consultoria em Moçambique. Durante a sua apresentação, salientou que as empresas de consultoria têm enfrentado vários desafios, como atrasos no pagamento de facturas, fraca transparência na avaliação dos concursos públicos e a subvalorização do conteúdo local, apesar da existência de competências locais.

Para melhorar o ambiente de negócio e criar mais oportunidades para as empresas de consultoria, a Eng.ª Sarifa Izidine destacou que a AEMC colabora com a Unidade Funcional de Supervisão das Aquisições (UFSA), Ministério das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos (MOPHRH), Confederação das Associações Económicas (CTA) e outras entidades ligadas ao sector empresarial. Para além disso, a presidente anunciou que a associação está em busca de parcerias e recursos financeiros para capacitar as empresas locais segundo a norma ISO 9001, bem como oferecer outras formações para melhorar a qualidade dos serviços prestados.

Com o propósito de impulsionar a participação nacional em grandes projectos, a Eng.ª Sarifa Izidine defendeu a necessidade de estabelecer parcerias estratégicas com empresas internacionais por meio de “joint ventures”, com o objectivo de promover a transferência de tecnologia e fortalecer o empresariado local.

Importa referir que o evento foi promovido pela Ordem dos Engenheiros de Moçambique, que tem como principal objectivo regular a actividade de engenharia no país, através do registo, certificação e do exercício da acção disciplinar e de controlo sobre os profissionais do ramo.

São membros dos PALOP Angola, Cabo-Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, São Tomé e Príncipe e a Guiné Equatorial. 

AJADH – Seminário Ecológico 2023

A AJADH – Associação de Jornalistas Ambientais e de Direitos Humanos é uma Organização da Sociedade Civil sem fins lucrativos criada em 2014 e reconhecida legalmente em 2016, trabalhando na área do Meio Ambiente e Direitos Humanos.

Nas nossas áreas de actuação, desenvolvemos pesquisas e produzimos materiais especializados a serem publicados nos media, como forma de consciencialização da sociedade. Para tal, trabalhamos com jornalistas e profissionais especializados nas nossas áreas de actuação e desenvolvemos várias actividades com enfoque para Educação Cívica Ambiental das comunidades, defendendo o direito ambiental dos indivíduos e da natureza, através de políticas que visam inserir na mente dos indivíduos maior responsabilidade ambiental, assim com introduzir políticas ´para a defesa dos direitos humanos.

O nosso maior foco é investir em pesquisas inerentes às  nossas áreas de actuação, contando até agora com cerca de vinte (20) pesquisadores, nacionais e internacionais, e um número de 18 repórteres espalhados pelos país e alguns colaboradores de países como Angola, Brasil, Nova Iorque, Canadá, Zâmbia (Lusaka), Inglaterra, África do sul e Namíbia.

Temos no nosso rol de actividades projectos como:

  • REVITALIZE: um projecto que tenciona lutar contra a extinção de espécies, adoptando políticas e sensibilizando a sociedade sobre tópicos como caça furtiva, queimadas descontroladas, entre outros;
  • UM MUNDO MAIS VERDE: trata-se de um projecto virado para a preservação da natureza, adoptando politicas de reflorestamento, por exemplo;
  • FOR A HEATHY AIR: trata-se de um projecto em debate que poderá contar com suporte de parceiros. O objectivo é, através do projecto, advogar contra poluições – que são efeitos directos para a poluição do ar;
  • DH EM FOCO: assim como esperamos fazer em relação ao meio ambiente, este é um projecto que vai se focar em produção de matérias aprofundadas sobre assuntos ligados aos direitos humanos.

Além dos projectos que mencionamos acima, temos internamente aprovado o Fundo Interno de Pesquisa da AJADH (FIPA), um fundo que pretende-se que seja suporte para as actividades realizadas pelos nossos colaboradores.

É esta dinâmica que move a AJADH, que leva consigo uma das principais missões que é de introduzir no seio da classe jornalística um conceito mais prático do jornalismo especializado nas áreas do meio ambiente e direitos humanos.

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SUBMISSÃO DE ARTIGOS

Para a submissão de artigos, o pesquisador deverá preencher os seus dados no campo “Submeter Artigos”, fazer o upload do documento e efectuar um pagamento de 2.500Mts (dois mil e quinhentos meticais). Durante o cadastro deverá preencher um formulário e apresentar alguns dados pessoais. Será necessário assinar a carta de ineditismo. Ao assinar, atestará à YAM que esse material não se encontra publicado em nenhum outro lugar.

Após submissão seguirão 5 (cinco) etapas, nomeadamente: confirmação da recepção, revisão da estrutura e plágio, revisão a pares, revisão do editor e publicação.

    Caro utilizador, iremos analisar o tema e apresentação do artigo científico e entraremos em contacto consigo via endereço electrónico ou número de telemóvel.

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