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    Sobre nós

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    SOBRE A PÁGINA DE ARTIGOS YAM
    Young Academics of Mozambique é uma iniciativa de criação de uma plataforma de publicação de artigos científicos para maior aproveitamento dos dados colhidos no campo durante a realização dos projectos da Verde Azul, e para qualquer jovem acadêmico ou pesquisador que queira submeter o seu artigo para publicação. A YAM foi criada em 2021 para maior divulgação de pesquisas científicas e dados.

    PARA QUE SERVE ESTA PÁGINA
    Esta plataforma é uma das primeiras em Moçambique para publicação de artigos científicos. A mesma servirá como uma fonte de dados actualizados sobre o estado ambiental e social de Moçambique, visto que a disponibilidade dessa informação é dependente dos dados disponibilizados pelo governo que não são actualizados com muita frequência.

    PARA QUEM É ESTA PÁGINA
    A Y.A.M tem como objectivos a criação de uma comunidade científica de partilha de informação. Esta estaria aberta para todos os jovens, acadêmicos e pesquisadores que já publicaram artigos baseados nos seus trabalhos, e a qualquer público que necessite ou tenha curiosidade sobre temas científicos actualmente decorrentes em Moçambique.

    COMO FUNCIONA ESTA PÁGINA
    A página de artigos está subdividida em 6 secções: Terra, Atmosfera, Água, Comunidade, Energia e Biodiversidade. Os artigos submetidos serão divididos nessas secções baseados nos seus conteúdos/temas. Acessando uma das secções, o usuário poderá encontrar os artigos disponíveis, onde poderá clicar para ter o resumo dos mesmos.

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    Após submissão seguirão 5 (cinco) etapas, nomeadamente: confirmação da recepção, revisão da estrutura e plágio, revisão a pares, revisão do editor e publicação.

    Consulte o Manual de Submissão de Artigos disponibilizado no hyperlink abaixo para mais informações sobre os processos de submissão de artigos.

    Posted in YAM

    Evento autônomo da PFAN na COP27: Fechando a lacuna de financiamento para as PMEs de adaptação climática

    Evento autônomo da PFAN na COP27: Fechando a lacuna de financiamento para as PMEs de adaptação climática

    14 de Novembro, Sharm El Sheikh, Egipto

    Enquanto o mundo se reunia no Egipto para a COP27 Climate Conference, a Private Financing Advisory Network (PFAN) organizou um evento nocturno à margem da COP27 intitulado “Fechando a lacuna de financiamento para as PMEs de adaptação climática” durante o “Finance Day”, a 9 de Novembro de 2022.

    O evento destacou as ações necessárias para mobilizar o capital necessário para financiar projectos e negócios de adaptação climática e enfatizou como os papéis dos sectores público e privado são críticos na catalisação de investimentos. Para criar um programa engajador e facilitar o diálogo sobre este tópico, a PFAN convidou três promotores por nós apoiados para apresentar as suas ideias a um grupo convidado de partes interessadas no financiamento a projectos de adaptação climática, incluindo, investidores, instituições financeiras de desenvolvimento, ONGs e a comunidade de doadores.

    Marko van Waveren Hogervorst, gerente de parcerias da PFAN na UNIDO e mestre de cerimônias da noite, disse: “Foi óptimo ter representantes seniores da comunidade de doadores, clima e investidores, incluindo nossos doadores USAID, Norad e Departamento de Relações Exteriores e Comércio (DFAT ) Austrália, e parceiros como Camco, AECF, West African Development Bank (BOAD), Development Bank of Southern Africa (DBSA), BASE e Convergence juntos neste encontro.

    A PFAN tem a ambição de aumentar significativamente o desenvolvimento de projectos e apoio consultivo a transações para PMEs de adaptação e aprimorar nossa experiência em adaptação e gestão de conhecimento nesta área para contribuir para fechar a lacuna de financiamento. O evento foi uma grande oportunidade para ouvir de grandes mentes como podemos colectivamente fazer isso acontecer e estamos ansiosos para continuar a conversa.”

    Após uma introdução de Tareq Emtairah, Director da Divisão de Descarbonização e Energia Sustentável da UNIDO, e uma sessão de cenário com os veteranos da PFAN Peter Storey e Patrick Nussbaumer, os participantes ouviram intervenções enriquecedoras de empresas inovadoras de adaptação climática da África subsaariana para aprender sobre seus desafios e necessidades.

    Marianne Walpert, co-CEO da Simusolar, fornece soluções de uso produtivo solar financiado, como bombas de água solares, iluminação solar para a pesca, luzes solares de segurança e freezers solares que contribuem para aumentar a parcela de uso produtivo da energia da agricultura (PUE) na Tanzânia e Uganda.

    A EMFED Farms & Trading em Gana, representada pelo seu CEO Kwabena Mends, é uma empresa social que fornece serviços de gerenciamento e certificação de fazendas, além de vender agroinsumos para permitir o cultivo sustentável de cacau, o que ajuda a aumentar a resiliência dos agricultores e sua capacidade de adaptação aos efeitos das mudanças climáticas.

    Em seguida, o CEO Chip Stem, da Livestock Trade Services no Quênia, explicou como sua empresa adquire gado de pequenos produtores comunitários, estabelece quarentena de gado e gerência a exportação de animais vivos para o Médio Oriente. O pastoreio regenerativo da empresa, a irrigação solar e os aditivos de ração para redução de metano reduzem as emissões de gases do efeito estufa e aumentam significativamente a renda e a resiliência de mais de 500.000 agricultores.

    Após as intervenções, uma animada sessão de perguntas e respostas ofereceu a palavra aos participantes para entender melhor o posicionamento e os objetivos dos negócios e fazer perguntas sobre perspectivas de investimento com lentes de gênero até como os empreendedores utilizariam 20 milhões de dólares. Suas respostas mostraram que, embora tal injeção de fundos certamente seja bem-vinda, não é o foco de muitas PMEs, em estágio inicial, aceder e administrar quantias tão grandes de fundos. O investimento em menor escala é crucial para expandir seus negócios, destacando a necessidade da PFAN para fechar as lacunas entre as PMEs climáticas e os investidores que fazem investimentos directos em negócios de adaptação. Paralelamente, a PFAN está co-desenhando um veículo de investimento em conjunto com a Camco (Resilient Investment in Southern Africa (RISA), anunciado separadamente na COP27) que seria capaz de absorver maiores montantes de investimento.

    Os empresários não chegaram a este grupo de alto nível despreparados: na véspera do evento principal, a PFAN organizou um Workshop Preparatório sobre como fazer uma boa intervenção curta, entender a mentalidade dos investidores e como responder às perguntas dos investidores de forma mais eficaz. Treinados por especialistas da PFAN, incluindo o coordenador regional da África subsaariana Wilfred Mworia e o conselheiro Lukas Gruener, baseado em Uganda, tiveram a oportunidade de praticar seus discursos e receber feedback sobre como refinar suas apresentações para estarem prontos para o evento nocturno com sessões de actas e outras atividades de capacitação que fazem parte das competências essenciais do PFAN.

    Após dois dias engajadores, Marianne disse ”Gostaria de agradecer à PFAN pela oportunidade de refinar o nosso argumento de venda e ajudar a aumentar a conscientização sobre a Simusolar com um grupo interessante de partes interessadas. É encorajador ver o foco no financiamento para adaptação às mudanças climáticas. Agradecemos a plataforma da PFAN para discutir o desafio de obter financiamento de programas de grande escala para financiamento climático para apoiar as PMEs na África. O foco no financiamento de PMEs em menor escala foi realmente valioso.”

    A PFAN gostaria de agradecer aos empreendedores por apresentarem os seus projectos e a todos os participantes, incluindo todas as organizações abaixo, por se juntarem a nós. Estamos ansiosos para continuar trabalhando em direcção a um futuro livre de emissões.

    Ler artigo original aqui

    Curso Sobre Avaliação de Impacto na Saúde (AIS) de Projectos de Grandes Infra-Estruturas

    Compreender, avaliar e gerir os riscos e impactos na saúde e segurança da comunidade em áreas onde os projectos de grandes infra-estruturas (por exemplo, mineração, construção de estradas e pontes, barragens, construção de ferrovias) estão sendo implementados representam desafios únicos. Isto inclui questões sobre como as mudanças induzidas pelo projecto podem ter um impacto negativo na saúde da comunidade ou como num influxo de trabalhadores do projecto pode aumentar a transmissão ou a taxa de doenças infecciosas. O presente Curso é implementado no âmbito da iniciativa de investigação para o desenvolvimento (hia4sd.net) que visa reforçar a utilização da Avaliação do Impacto na Saúde (AIS) no processo de licenciamento de projectos de infra-estruturas de grande escala. O objectivo do curso é contribuir para uma compreensão sólida da abordagem da AIs, que é fundamental para promover ainda mais a prática da AIs em Moçambique. Através do curso interactivo de curta duração, os participantes aprenderão o conceito de AIs como uma abordagem para gerir e promover, sistematicamente, a saúde e segurança nas comunidades afectadas pelos projectos. Este curso oferece também ferramentas teóricas e práticas que permitirão aos participantes aprenderem a realizar uma AIS bem como a rever, metodicamente e de forma critica, conteúdos da dimensão saúde em relatórios de estudos de Avaliação do Impacto Ambiental.

    O curso será implementado de uma forma interactiva na qual a teoria será discutida no contexto de estudos de caso realizados em Moçambique. Este curso é organizado conjuntamente pelo Centro de Investigação em Saúde de Manhiça (https://www.cismmanhica.org/) e pela Associação Moçambicana de Avaliação de Impacto Ambiental (https://amaiamocambique.org/).

    Data e hora: 18 a 21 de Outubro; 8:00 -16:00hrs

    Local: Instituto de Formação em Telecomunicações, Prolongamento da Av. Kim Il Sung, nº 96, Cidade de Maputo.

    Métodos de Inscrição

    Inscrições limitadas. Tanto as inscrições como o respectivo pagamento deverão ser efectuados até ao dia 23 Setembro de 2022. O custo do curso é de 6.200,00MZN para os membros da AMAIA, e de 7.000,00MZN para não membros. Os pagamentos devem ser feitos á Associação Moçambicana de Avaliação de Impacto Ambiental através de depósito ou transferência bancária utilizando os seguintes detalhes bancários:

    Banco – BCI Fomento

    N° de conta: 1636157310001

    NIB: 000800001636157310180

    Facilitadores do curso:

    Dr. Hermínio Cossa
    Epidemiologista ambiental e investigador com foco na Avaliação do Impacto na Saúde (AIS) projectos de grandes infra-estruturas no CISM.
    PD Dr. Mirko Winkler
    Perito internacional em prática, investigação e formação em avaliação de impacto na saúde (AIS).

    Confira a Agenda do Evento no hyperlink disponibilizado abaixo.

    AGENDA do Curso Sobre Avaliação de Impacto na Saúde (AIS) de Projectos de Grandes Infra-Estruturas

    “MURO DA BIODIVERSIDADE” – Um “Postal” para Maputo

    Convite

    O muro do Aeroporto que vai do troço que parte da SMS e se estende pela Av. Acordos de Lusaka até á ponte, tem estado a ser reabilitado, para dar lugar ao “MURO DA BIODIVERSIDADE”.
    Este projecto, em conjunto com os Aeroportos de Moçambique, E.P. e que conta com o apoio do Ministério da Terra e Ambiente (ANAC), Conselho Municipal de Maputo e parceiros, vai transformar esta zona, considerada protocolar.Assim, estamos a dar inicio á implementação do “MURO DA BIODIVERSIDADE”, com cerca de 40 murais sobre a nossa fauna, bravia e marinha e flora.

    Esta acção para além da mensagem que irá transmitir, vai sem dúvida alguma passar a ser o primeiro “postal” da bela Cidade de Maputo e do País, para quem nos visita, não esquecendo que as casas que se encontram junto ao muro, serão igualmente rebocadas e pintadas. Assim, no próximo Sábado dia 6 de Agosto, a partir das 8h45m, vamos fazer o lançamento e apresentação do projecto, iniciando simbólicamente, com as Entidades presentes, que pintarão um pouco deste primeiro mural, com a tinta primária.

    Será uma honra podermos contar com a sua presença neste evento.

    Endereço: Bairro da Polana Cimento, Av. dos Mártires da Mueda Nº708 – 2° Andar
    Telefone: + 258 84 791 4256 / +258 84 161 6167
    Email: rsilva@reciclagemeservicos.co.mz
    Maputo – Moçambique,

    Programa do Evento – PDF (155KB)

    Diagnóstico de Necessidades e Situacional no Domínio da Gestão e Administração do Cadastro de Terras dos Municípios da LOGOS

    A Verde Azul em parceria com a DAI, está envolvida na implementação do LOGOS, Projecto de Apoio ao Desenvolvimento da Governação Local nas provinciais de Cabo Delgado (Conselhos Autárquicos da Cidade de Pemba e Vila de Chiúre), Nampula (Conselhos Autárquicos da Cidade de Nampula e Nacala-Porto) e Zambézia (Conselhos Autárquicos da Cidade de Quelimane e Vila de Alto-Molócué), financiado pela USAID.

    Esta actividade, enquadra-se no Objectivo 3 do LOGOS, que visa acelerar o crescimento econômico resiliente e de base ampla em territórios subnacionais seleccionados (municípios neste caso).

    Numa primeira fase, o escopo da Verde Azul visava realizar um diagnóstico de necessidades e situacional de Gestão e Administração de Terras dos municípios abrangidos pelo LOGOS, focado no levantamento, análise e avaliação de necessidade dos municípios.

    O diagnostico permitiu descrever as funções e responsabilidades, situação e desempenho actual, recursos alocados (humanos matérias e  equipamentos), ao nível de cada município seleccionado, na perspectiva de reunir o máximo de conhecimento e informação possível sobre a situação institucional no domínio da administração e gestão do território municipal e disponibilizar uma base para a implementação do Programa da LOGOS  tendo em conta a capacitação da administração e gestão de terras local, e a identificação de opções estratégicas de desenvolvimento dos municípios.

    Os relatórios para cada um dos municípios destacam:

    • As principais áreas de interesse relativas ao cadastro de terra e desenvolvimento territorial;
    • As necessidades actuais e necessidades em termos de equipamento;
    • Capacidades necessárias para o alcance dos desafios ao nível do sector de terras;
    • Distribuição actual do pessoal, capacitação e formação específica necessária, com vista a fechar qualquer lacuna em termos de capacidades;
    • Áreas prioritários seleccionadas para a respectiva manutenção da sequência de implementação.

    Na segunda fase, como resultado da análise comparativa da informação recolhida no diagnóstico situacional dos vários municípios, a Verde Azul Consult, em coordenação com os diferentes stakeholders, apresenta uma proposta de uniformização dos procedimentos técnico-administrativos para titulação de DUAT. De realçar que a proposta apresentada pela Verde Azul, está simplificada, tendo reduzido algumas etapas, podendo deste modo o processo ser mais célere e/ou flexível.

    O estudo recomenda ainda  a padronização de um único nome para o Titulo de DUAT Municipal ao invés de 6 denominações diferentes. Recomenda o uso de uma metodologia já testada para aumentar a base tributaria através do uso do sistema integrado de recolha de informação do DUAT e IPRA em simultâneo usando a Regularização Massiva de DUAT’s (RMD-RDUAT) e por fim propomos uma intervenção na proposta de soluções para garantir a interoperabilidade do Sistema Integrado do Registo Predial (SIRP) com o Módulo do Cadastro de Talhões do Sistema de Gestão do Património Municipal – SIGEPAM ou simplesmente Cadastro Fundiário Municipal.

    LANDSCAPE (SUSTENTA & MOZFIP)

    Cliente – MITADER – FNDS;
    Localização
    – Moçambique;
    Ano
    – 2017 – 2022;
    Duração
    – 42 meses;

    Descrição do Projecto:

    A Verde Azul é implementadora da componente de Terra do Projecto de Gestão da Paisagem de Agricultura e Recursos Naturais (SUSTENTA) e o Projecto de Investimento Florestal de Moçambique (MOZFIP), que integram no projecto LANDSCAPE. Ambos os projectos encontram-se sob gestão do FNDS, em coordenação com o Ministério da Terra, Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural (MITADER). O LANDSCAPE está a ser implementado na Zambézia, Cabo Delgado, e Nampula. SUSTENTA: integrar as famílias rurais na agricultura sustentável e cadeias de valor baseadas na floresta na Área do Projecto. MozFIP: melhorar o ambiente propício para, e práticas de, gerenciamento de florestas e terras em paisagens direcionadas.

    Isto será conseguido através da promoção de actividades de produção e valor acrescentado de agricultura seleccionada e cadeias de valor baseadas na floresta, melhorando a segurança da posse das famílias rurais e comunidades, fortalecendo o planeamento espacial, incluindo a nível da comunidade, gestão integrada da paisagem, e a as capacidades institucionais das principais instituições públicas e privadas nos níveis provincial e distrital e a restauração de terras degradadas, críticas para os VCs.

    A VA realiza delimitações comunitárias (DELCOM) e registo e regularização do uso da terra (RDUAT) dos beneficiários do programa de investimentos nas duas cadeias de valor Agricultura e Sistemas Agroflorestais, produção de carvão, etc. coordenados pelo FNDS. Pretende-se adoptar uma estratégia de paisagem continua beneficiando as comunidades com beneficiários e suas vizinhas que permitam um LANDSCAPE.

    Descrição de serviços prestados no âmbito do projecto:

    As actividades incluem uma forte comunicação e sensibilização nas comunidades em DUATs, gestão de uso de terra, floresta, entre outros recursos naturais. Nas actividades Delimitação de Terras inclui reuniões públicas, preparação social, confrontação de limites, e discussão sobre o uso de terra e recursos naturais. Em paralelo, a VA esta a formar ou a revitalizar Comité de Gestão de Recursos Naturais – sendo que estes estão a ser capacitados em leis de Terra, Família, Ambiente, Floresta etc. consoante as necessidades da comunidade. Os produtos resultantes para as comunidades são certidões oficiosas, Agendas Comunitárias, e Planos de Uso Terra Comunitário. Nas actividades de demarcação, tem-se realizado um processo massivo de atribuição de DUATs na comunidades.

    Em relação ao trabalho no âmbito de delimitação foram intervencionadas um total de 671 comunidades, das quais 523 comunidades com dados recolhidos em campo, localizadas em 86 localidades, 30 postos administrativos e 15 Distritos. Foram emitidas 523 certidões de delimitação. Foram mapeados cerca de 2.329.330ha no total, considerando as províncias da Zambezia e Nampula.

    A imagem abaixo ilustra o nível de abrangência das actividades DELCOM nas paisagens de Nampula e Zambézia e a sua distribuição pelos projectos MozFIP e SUSTENTA.

    Em paralelo às delimitações comunitárias, equipes especializadas produziram mapas de zoneamento, que servem como base para a elaboração de Planos Comunitários usando uma abordagem cluster para a delimitação dos territórios das comunidades. Esta abordagem resultou numa cobertura cartográfica homogénea onde foi possível fazer a união de folhas adjacentes produzindo em alguns casos mapas completos de distrito de uso e cobertura de terra. A Verde Azul recomenda que fazendo uso da metodologia DELCOM/RDUAT, e a vontade de cobrir o levantamento de todas delimitações comunitárias, o Distrito pode ter inúmeras vantagens em termos de dados para melhor gerir e planificar o seu território.

    PFAN e Serengeti Energy lançam seu primeiro programa de incubadora de energia renovável

    A Serengeti Energy, em colaboração com a Rede de Aconselhamento ao Financiamento Privado (PFAN), tem o prazer de anunciar o lançamento da Incubadora Umoja 2022.

    A incubadora tem como objectivo ajudar aspirantes a empreendedores em energia renovável a fechar seu projecto financeiramente. Isso é alcançado melhorando a bancabilidade dos projectos de energia renovável mais promissores por meio do acesso ao conhecimento comercial e técnico e, finalmente, garantindo o financiamento. O período de inscrição está aberto até 4 de Setembro de 2022, após o qual um júri composto por parceiros do sector de primeira linha avaliará os projectos. Os melhores candidatos ao programa serão convidados para um workshop de uma semana na Cidade do Cabo, no qual será anunciado o vencedor da primeira Incubadora Umoja.

    Mais de 500 milhões de pessoas na África Subsaariana não têm acesso à electricidade. Essa falta de acesso a serviços modernos de electricidade limita as oportunidades educacionais e de negócios, bem como as perspectivas económicas e o bem-estar dessas populações. Aumentar a parcela de electricidade limpa não apenas combaterá as mudanças climáticas em escala global, mas também ajudará o continente a superar os principais desafios económicos e apoiar directamente os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.

    Umoja, que em suaíli significa “unidade” ou “união”, foi criado para enfrentar esses desafios. Unidade e união simbolizam o objectivo principal de fornecer aos desenvolvedores de energia na África Subsaariana as ferramentas necessárias para ter sucesso e impactar positivamente suas comunidades através do fornecimento de energia limpa e confiável – juntamente com Serengeti Energy e PFAN. Por meio da incubadora, a Serengeti Energy e a PFAN identificarão e apoiarão projectos de energia renovável na África Subsaariana que, por diferentes razões, não conseguem ir além da fase de planeamento inicial.

    A parceria entre a Serengeti Energy e a PFAN é baseada em valores compartilhados e no objectivo comum de fornecer energia limpa e renovável para a África Subsaariana. Por meio da incubadora, ambas as partes se concentrarão em seus respectivos pontos fortes para fornecer consultoria especializada, bem como acesso ao capital de desenvolvimento. O programa é financiado pelo Mecanismo de Assistência Técnica do Serengeti, que consiste no Kreditanstalt fuer Wiederaufbau (KfW), no Fundo Nórdico de Desenvolvimento (NDF), na Secretaria de Estado da Suíça para Assuntos Económicos (SECO) e na Agência de Cooperação Internacional da Coréia (KOICA).

    Marian Grabowski, Head of Technical Assistance and Strategic Partnerships – Serengeti Energy, “Nossa Incubadora Umoja visa criar parcerias duradouras que troquem conhecimento técnico e comercial, construam um ecossistema para desenvolvedores de energia renovável e forneçam aos candidatos aspirantes tudo o que é necessário para obter seus projectos em construção. Estamos entusiasmados em lançar este programa em estreita colaboração com a PFAN, que vem trabalhando com sucesso com desenvolvedores na África Subsaariana desde 2006.”

    Albert Boateng, PFAN West Africa Regional Coordinator, “O desenvolvimento de projectos de energia limpa e a captação de recursos são longos e árduos! Requer várias contribuições das partes interessadas para torná-lo um sucesso. Esta colaboração entre a PFAN e a Serengeti Energy é oportuna e resume o ditado africano que demonstra o valor de trabalhar em conjunto. Para ir rápido, vá sozinho; para ir longe, vá junto.”

    Os candidatos precisam enviar suas propostas antes de 4 de Setembro de 2022 via https://www.serengetienergy.com/incubator/, onde também podem receber mais informações sobre o programa e critérios de avaliação.

    Links:
    Submeta as suas propostas aqui.
    Aprenda mais sobre a incubadora Umoja aqui.
    Leia o Comunicado de Imprensa aqui.
    Visite a página electrónica da Serengeti Energy aqui.
    Aprenda mais sobre a PFAN aqui.

    Para mais informações, contacte:

    Serengeti Energy
    Austin Ouma
    incubator@serengetienergy.com
    +254 115 546 710
    www.serengetienergy.com/incubator/


    Sobre a Serengeti Energy

    A Serengeti Energy foi formada em 2021 após a fusão da rAREH, com sede no Quênia, e REH Group na África do Sul. A empresa é uma produtora independente de energia que desenvolve, constrói e opera usinas de energia renovável de pequeno a médio porte com capacidade de até 50 MW na África Subsaariana.

    Sobre a PFAN

    Iniciada pela UNFCCC e pela Climate Technology Initiative em 2006 e co-organizada pela UNIDO e REEEP desde 2016, a rede global de consultores especializados da PFAN oferece coaching de negócios gratuito e facilitação de investimentos para empreendedores que desenvolvem projectos de adaptação climática e energia limpa em países de baixo e médio porte de renda.

    Consulta Pública do Ante-Projecto da Política Nacional de Terras

    República de Moçambique – Ministério da Terra e Ambiente
    Comissão de Revisão da Política Nacional de Terras

    Consulta Pública do Ante-Projecto da Política Nacional de Terras

    30 de Junho de 2022 – (09h00 ate as 12h00)
    Sala de Conferências do Programa SPEED – Av. Marginal, Torres Rani, R/C, Maputo

    Mesa Redonda
    “Titulação de DUAT: num contexto ideal de ligação com o processo de ordenamento do território e gestão ambiental estratégica.”

    Apresentador
    Carlos Serra – Docente e Ambientalista

    Comentador
    Kemal Vaz – Docente e Consultor

     

     

     

    Standard Bank – Mulheres Empreendedoras – iDeate

    A Incubadora do Standard Bank, em parceria com a GIZ está a desenvolver mais uma edição do programa online de apoio ao empreendedorismo, o iDeate. Nesta nova edição, tal como na passada, o foco serão as mulheres empreendedoras.

    Inscreva-se já no iDeate até ao dia 29 de Maio ás 23h59 pelo link:

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