Assistência Técnica para a Redução da Burocracia para a CTA em Moçambique

Assistência Técnica para a Redução da Burocracia para a CTA em Moçambique

Cliente – SIDA
Localização – Moçambique
Ano – 2003 – 2007
Tempo – 5 anos

A Verde Azul prestou serviços técnicos de apoio á Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) para reduzir as barreiras da burocracia e promover as relações empresariais entre Moçambique e os países nórdicos durante um período de 5 anos. O apoio financeiro envolvido pela CTA foi cerca de USD 1,6 milhões, sendo este financiamento aplicado com o objectivo de reduzir a pobreza através da criação de emprego e crescimento de negócios.

Teve  4 objectivos imediatos:

  1. Fortalecer a CTA;
  2. Promoção pública de iniciativas privadas;
  3. Criar e fortalecer o Centro de Arbitragem;
  4. Fornecer Administração de Projectos e Coordenação;

A Verde Azul coordenou o projecto e apoiou a gestão de fundo.

A Verde Azul certificou-se que os processos de aquisição de bens e serviços respeitavam as regras e regulamentos da SIDA. A Verde Azul realizou reuniões estratégicas regulares com o cliente e com os financiadores.

Este projecto permitiu há CTA encontrar soluções para reduzir em 25%, as barreiras existentes identificadas pelos investidores, como principais obstáculos ao um bom ambiente de negócios.

Impacto da Doença Amarelecimento Letal do Coqueiro na Zambézia e Sul de Nampula

Impacto da Doença Amarelecimento Letal do Coqueiro na Zambézia e Sul de Nampula

Cliente – MCA
Localização – Nampula e Zambézia – Moçambique
Ano – 2012
Tempo – 9 meses

O objectivo do projecto foi compreender e quantificar como o CLYD e a infestação Oryctes pode afectar o sistema de agricultura, o meio de vida, a renda familiar e a segurança alimentar dos pequenos agricultores, e desenvolver cenários de impacto com base nos níveis de doença e infestação de pragas nos distritos costeiros da Zambézia e Nampula.

A Verde Azul fez a colecta de dados através de diversos instrumentos:

  • Geo-referenciamento, observação e recolha de dados económicos e sociais através de questionários às famílias;
  • Descrição dos sistemas de agricultura familiar existentes;
  • Descrição e quantificação dos aspectos relacionados com a fonte de renda das famílias, com ênfase em coco e seus produtos derivados;
  • Descrição das questões relacionadas com a segurança alimentar.

A Verde Azul desenvolveu vários cenários que diferenciaram entre os vários estratos de níveis de renda, mediu o impacto e as prováveis perdas económicas de diferentes graus de doenças e infestação por praga.

A Verde Azul validou o impacto de cada modelo de ALC e maneio de pragas, em termos de perda na geração de renda das comunidades afectadas.

Gestão e Administração Segura e Inclusiva da Terra em Moçambique: Capacitação das Autoridades Nacionais e Provinciais

Gestão e Administração Segura e Inclusiva da Terra em Moçambique: Capacitação das Autoridades Nacionais e Provinciais

Cliente – Direcção Nacional de Terras e Florestas (DNTF)
Localização – Moçambique
Ano – 2014 – 2018
Tempo – 4 anos em desenvolvimento

A Verde Azul está a implementar um Programa de Gestão de Terra e Administração em Moçambique. Este projecto iniciou-se em 2014 e terminará em 2018, com uma duração contínua de 5 anos.

O Gesterra é projectado para fornecer suporte contínuo a algumas das actividades lançadas pelo “Acesso à Terra” do projecto MCA em que Verde Azul foi um interveniente chave (o projecto MCA terminou no final de 2013).

Um objectivo-chave deste programa é reforçar a DINAT (ex-DNTF) no seu papel de organização coordenadora na gestão e administração da terra, e mantendo o Cadastro Nacional de Terras (CNT).

Este projecto tem as seguintes componentes:

  • Melhorar a gestão das terras do Fórum Consultivo da Terra, as autoridades distritais da terra (SPGC) e as Autoridades Nacionais de Terra (DNTF). Pretende-se que a delimitação de terras, regularização fundiária e ordenamento do território sejam processos planeados e desenvolvidos a nível local e com os serviços de promoção do investimento;
  • Consolidar a administração da terra e construir o cadastro nacional de terras, ampliando a prestação de serviços de administração de terras para as dez províncias de Moçambique.

O objectivo/resultado do programa é melhorar a capacidade nacional para fornecer governação sustentável da terra e promover uma visão integrada da administração e gestão/uso da terra que responda às necessidades de todos os utentes da terra, fornecendo direitos seguros e claros (DUAT) que podem facilitar novas escolhas e decisões de investimento e melhorar a segurança alimentar.

Desenvolvimento do Turismo em Chemucane – Reserva Especial de Maputo

Desenvolvimento do Turismo em Chemucane – Reserva Especial de Maputo

Cliente – Bell Foundation Trust
Localização – Província de Maputo – Moçambique
Ano – 2011
Tempo – 4 meses

Estudo de Impacto Ambiental para a “construção de um Lodge comunitário” sob licença especial emitida pela Autoridade Nacional de Conservação (DNAC) para uma associação denominada Ahi Zameni Chemucane.

O investimento é financiado pela Fundação Bell e envolve a conservação de uma área de cerca de 800 hectares.

A Verde Azul foi responsável por:

  • Dados socioeconómicos para a área da fauna e flora terrestres e marinhos;
  • Elaboração do relatório de Pré-Viabilidade Ambiental seguido dos termos de referência (EPDA e TOR);
  • Estudo de impacto ambiental e plano de gestão apresentado à Fundação Bell para discussão interna;
  • Apresentação de EIA (relatório final) ao Ministério do Ambiente;
  • Assistência ao Cliente e do Ministério do Ambiente para aprovação da licença ambiental.

Crescimento Económico Inclusivo através do uso Sustentável dos Recursos Naturais na Província de Niassa: Programa Malonda

Crescimento Económico Inclusivo através do uso Sustentável dos Recursos Naturais na Província de Niassa: Programa Malonda

Cliente – Governo de Niassa e ASDI
Localização – Niassa – Mozambique
Ano – 2000 – 2007
Tempo – 7 anos

A Verde Azul foi fundamental no desenvolvimento e gestão do Programa Malonda, um programa de desenvolvimento do sector privado na província do Niassa, Moçambique. O programa foi financiado pelo Governo de Moçambique e pela Agência de Cooperação Sueca para o Desenvolvimento Internacional.

A Verde Azul apresentou propostas para estabelecer posteriormente uma estrutura institucional sustentável para o Programa Malonda.

A Fundação Malonda estabeleceu como serviços essenciais da sua área de actuação: fornecer apoio às comunidades locais proporcionando o aumento da eficiência das empresas relacionadas com a redução de barreiras à burocracia; risco e transacções estabelecidas na Fundação Malonda.

Durante a gestão da Verde Azul, cinco empresas florestais foram certificadas pela FSC, que iniciou as suas operações no Niassa, em parceria com a Malonda. Actualmente estão a implementar uma gestão planeada para reflorestar mais de 500.000 ha de terras degradadas. Mais de 3.000 novos empregos directos foram criados até 2007. Espera-se que esta trajectória seja de continuidade de forma a atingir pelo menos 15.000 novos postos de trabalho no prazo de dez anos. Daqui verificou-se a implementação de várias empresas e a linha férrea foi reestruturada.

Foi criada uma grande área de vida selvagem protegida com 110 000 ha, Monte Mosale, que é importante para a protecção dos ecossistemas e para a biodiversidade da província.

As responsabilidades incluíam: concepção, execução, coordenação, acompanhamento e planeamento, a avaliação regular do desempenho (operacional e financeiro) e reorientação das actividades. Também envolveu a identificação de oportunidades de investimento em colaboração com o Governo Provincial e promoção dos investimentos e negociações comerciais com investidores e partes interessadas em Silvicultura, Agricultura, Turismo e Vida Selvagem.

Posteriormente as comunidades foram assistidas em como planear o uso de suas terras por peritos externos e independentes, e a VA também forneceu suporte legal. As comunidades decidiram abdicar de alguns dos seus direitos a favor da implementação de estabelecimentos comerciais em troca da criação de emprego e desenvolvimento de infraestruturas.

A Verde Azul desenvolveu um modelo para o reconhecimento de direitos colectivos e as comunidades foram trazidas para relações directas com investidores.

O processo foi implementado com o apoio da FAO, Fundação Aga Khan, TechnoServe e com peritos independentes, tais como,  Sevy Madureira do Brasil e Christopher Tanner da FAO fornecendo orientação e apoio durante todo o processo.

O processo para a obtenção de direito de uso da terra foi implementado de acordo com a lei de terras de Moçambique (publicado em 1997).

Centrou-se, além do mais, num processo de Consentimento Livre e Esclarecido no tocante à delimitação de todas as áreas que legalmente pertencem às comunidades locais, bem como foram priorizados o mapeamento das áreas de alto valor de conservação.

A estratégia Malonda centrou-se no respeito pelas comunidades indígenas e seu direito de tomar decisões informadas e inclusivas. As comunidades locais foram incentivadas a tomarem conta da velocidade e do processo de negociação nos vários debates que conduziram à criação da Fundação Malonda.

Um Centro de Recursos da Malonda foi inaugurado em Maputo e foi criada uma sede em Lichinga. Uma vez que as instituições foram legalizadas e o conselho de administração realizou as suas primeiras reuniões, a Verde Azul entregou o programa a ser levado a cabo pela Administração e por um director executivo e sua equipa.

Produção de Banana no Norte de Moçambique: Plano de Compensação e Reassentamento

Produção de Banana no Norte de Moçambique: Plano de Compensação e Reassentamento

Cliente – ENICA
Localização – Cabo-Delgado – Moçambique
Ano – 2012
Tempo – 5 meses

A Verde Azul prestou assistência a uma equipa de investidores moçambicanos na área da agro-indústria da banana – Enica, para preparar um Plano de Reassentamento para os primeiros 1000 hectares previstos como suas áreas de cultivo.

Os resultados incluíram a análise do perfil socioeconómico das famílias afectadas, bem como a preparação do plano de reassentamento e o plano de acção para o reassentamento.

Os resultados foram compostos por:

  1. Mapeamento da área de reassentamento;
  2. Avaliação dos potenciais impactos adversos e positivos sobre as comunidades em termos quantitativos e qualitativos;
  3. Avaliação e análise de potencial perda de bens tangíveis e intangíveis;
  4. Definição dos critérios de compensação e de elegibilidade dos beneficiários;
  5. Apresentação de soluções e de alternativas técnica e economicamente viáveis para garantir que o actual padrão de vida das famílias afectadas é melhorado como resultado do reassentamento.

O trabalho envolveu a colecta de dados através de uma profunda compreensão das infra-estruturas, melhorias, recursos naturais e dos de agregados familiares afectados pelo projecto em Ocua-Chiúre. A apresentação de um plano de compensação e reassentamento para uma área estimada de 1.000 ha na comunidade Namravarava, localidade de Ocua no distrito de Chiúre, na província de Cabo Delgado.

Projecto de Acesso Seguro à Terra

Projecto de Acesso Seguro à Terra

Cliente – Millennium Challenge Account (MCA)
Localização – Maputo, Zambézia, Nampula, Cabo Delgado e Niassa – Moçambique
Ano – 2009 – 2013
Tempo – 5 anos

A componente de terra do MCA facilitou melhorias nos sistemas de administração da terra e registos de direitos à terra. Passou em revista as políticas e a legislação correspondente.

A Verde Azul em parceria com o HTSPE, Lda (UK) prestou assistência técnica a essas actividades.

A assistência começou em 2009 e foi concluída no segundo semestre de 2013. O projecto teve como foco particular as quatro províncias do norte do país: Zambézia , Nampula , Niassa e Cabo Delgado.

Os resultados incluíram o acesso seguro à terra com um foco sobre a necessidade de produzir impactos económicos tangíveis que são compartilhados pelos mais pobres e para as camadas sociais menos favorecidas nas províncias-alvo.

A actual política nacional de terra proporciona uma base para toda a abordagem através da seguinte declaração: “salvaguardar os direitos do povo moçambicano para a sua terra e dos recursos naturais, promovendo o investimento e uso equitativo e sustentável desses recursos”.

As actividades actuais incluem o estabelecimento de um sistema de registo melhorado. Pretende-se para garantir os diversos direitos existentes – concessionários e formais. Ele é projectado para facilitar simultaneamente o acesso à terra para os investidores, que eventualmente podem ser enquadrados dentro desses mesmos direitos.

O programa também inclui novas soluções para que os investidores e comunidades possam trabalhar juntos e compartilhar os resultados de seus esforços, guiados em todos os pontos pelos princípios da igualdade e sustentabilidade.

Cerca de 6 instituições separadas, estão envolvidos neste programa como beneficiários e implementadores de mais de 40 milhões de dólares de ajuda ao desenvolvimento: Direcção Nacional de Terras e Florestas, CENACARTA, CFJJ, INFATEC e Municípios.

As acções estão focadas na igualdade de acesso a um sistema de registo formal, acessível e disponível para os mais carenciados.

Também são necessárias medidas para reforçar a capacidade dos mais carenciados de utilizar os recursos individuais e comunitários de forma independente ou em parceria com o sector privado e os parceiros públicos.

O acesso dos investidores à terra pode mudar os parâmetros do sistema local de produção e, se for bem gerido, altera o sistema de subsistência local, oferecendo oportunidades económicas e de emprego que poderão valorizar os rendimentos e melhorar o bem-estar social das comunidades mais pobres.

O programa apresenta uma visão de cidades e distritos transformadores, onde o investimento traz recursos e oportunidades para os agricultores locais, este foi desenvolvido para a auto-subsistência dos agricultores de modo a desenvolverem-se a par dos investidores.

O registo de administração será instalado em simultâneo com formação para corresponder ao sistema de recursos, capacidade e competências. Todo o sistema é visto como uma ferramenta para o desenvolvimento rural. Ele irá esclarecer os direitos de terra, enquanto gere os diversos direitos e necessidades. A componente terrestre tem uma ligação operacional clara com o processo de descentralização e sua ênfase no distrito como pólo de desenvolvimento do país.

Alterações Climáticas em Moçambique: Participação do Sector Privado para a Adaptação e Resiliência INGC Fase II, Tema 4

Alterações Climáticas em Moçambique: Participação do Sector Privado para a Adaptação e Resiliência INGC Fase II, Tema 4

Cliente – Embaixada da Dinamarca (DANIDA)
Localização – Moçambique
Ano – 2009 – 2011
Tempo – 1.5 anos

O principal objectivo deste projecto foi assegurar uma rápida implementação de adaptação e capacitação de resiliência, com ênfase na redução de risco de desastres, ao envolver o sector privado de uma forma estruturada e pragmática, para que o processo possa ser replicado noutras áreas de Moçambique.

Um modelo de avaliação ambiental estratégica foi desenvolvida e implementada para determinar os riscos e oportunidades de adaptação numa grande área geográfica de aproximadamente 2,4 milhões de hectares.

A Verde Azul preparou e apresentou um modelo de como o sector privado pode ser envolvido na construção de riqueza sustentada. Projectos âncora foram identificados e reuniões com os interessados e da comunidade foram realizadas para criar consciência e aprender como as comunidades locais como estão a lidar com as mudanças que já afectam a sua subsistência.

O objectivo de envolver o sector privado foi o de reabilitar áreas degradadas, aumentar a capacidade da natureza de suportar condições climáticas extremas e para acelerar a transição da economia de auto- subsistência actual na área numa economia assalariada competitiva que pode dar aos indivíduos melhores padrões de vida e diminuir a pobreza com soluções permanentes de construção de resiliência.

O trabalho também envolveu o desenvolvimento de estratégias que podem salvaguardar os serviços eco-sistémicos importantes e garantir uma vida melhor para as gerações futuras.

O projecto desenvolvido foi um instrumento de planeamento estratégico e medidas de adaptação e construção de resiliência numa área geográfica de aproximadamente 2,4 milhões de hectares.

Foi criado um projecto-piloto para a produção de agro-energia bem como foi fornecido apoio à pesquisa, fundamental para uma produção de açúcar orgânico comercial e de bio etanol que pode responder às necessidades do mercado local.

Foram envolvidos 8000 membros da comunidade em reuniões de sensibilização.

Um modelo de projecto com base na experiência de campo e feedback de base foi apresentado ao INGC.

Desenvolvimento Agro-Industrial de Banana e Manga, na Província de Manica

Desenvolvimento Agro-Industrial de Banana e Manga, na Província de Manica

Cliente – GIESTA
Localização – Manica –  Moçambique
Ano – 2005 – 2007
Tempo – 2 anos

A Verde Azul foi contratada por um grupo de investidores moçambicanos para realizar estudos de pré-viabilidade e de viabilidade, bem como de ensaios de plantações para o desenvolvimento da agro industrial da banana e manga para exportação.

O trabalho envolveu a identificação de terras e legalização de um terreno de aproximadamente 230 hectares, incluindo o DUAT para a produção agro industrial.

A Verde Azul também implementou estudos de avaliação da viabilidade da banana e outra produção frutícola, mobilizou uma equipa e supervisionou a análise detalhada do solo.

A Verde Azul colaborou com a empresa Chiquita na recolha de dados sobre precipitação, clima, social e restrições ambientais.

A Verde Azul desenvolveu estratégias de mitigação, bem como negociou com as autoridades locais e com as comunidades.

A Verde Azul realizou estudos sobre as estratégias de armazenagem de água em colaboração com um grupo sul-africano, Crookes Brothers e iniciou a legalização do direito de uso da terra para 1000 hectares de áreas de terras de culturas adicionais (aquisição de DUAT), como parte de sua estratégia de crescimento.

Estudos Comportamentais de Vigilância sobre as Populações MARP em Angola (Prisioneiros e Motoristas de Camião)

Estudos Comportamentais de Vigilância sobre as Populações MARP em Angola (Prisioneiros e Motoristas de Camião)

Cliente – CDC – Angola
Localização – Angola
Ano – 2011
Tempo – 8 meses

O objectivo geral deste projecto foi o de apoiar o Governo de Angola para a compreensão da epidemia do VIH entre as populações-alvo, através de uma pesquisa de base da vigilância comportamental e serológica (BSS) apoiada pelo CDC. Estes BSS form realizados com duas populações principais: motoristas de camião de longa distância, e prisioneiros.

Os objectivos específicos do estudo foram:

  • Examinar as atitudes, comportamentos e perceções dos riscos relacionados com o VIH e DTSs entre camionistas, assim como entre os prisioneiros do sexo masculino e funcionários prisionais;
  • Estimar a prevalência de VIH e de sífilis na população estudada;
  • Desenvolver a capacidade interna do Ministério da Saúde para implementar inquéritos BSS subsequentes entre populações de maior risco para o VIH;
  • Realizar os resultados de rastreio de tuberculose e recomendações para a assistência médica aos presos.

A Verde Azul implementou, mobilizou e formou trabalhadores de campo e recolheu os dados, e verificou a qualidade dos dados recolhidos.

Na segunda fase, a Verde Azul analisou e interpretou os resultados.

O relatório final incluiu uma proposta e um esboço curricular para um programa de formação para a condução e interpretação de resultados de pesquisas BSS.

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