Impacto Ambiental do Southern Sun Hotel Maputo – Projecto de Expansão

Impacto Ambiental do Southern Sun Hotel Maputo – Projecto de Expansão

Cliente – Southern Sun Mozambique
Localização – Cidade de Maputo
Ano – 2014
Tempo – 3 meses

Avaliação Ambiental e Plano de Gestão com vista a revalidar a Licença Ambiental do Hotel Southern Sun Maputo, Moçambique, para a expansão do hotel dentro de uma área de construção de cerca de 7.500 m2 numa área costeira de 1,44 hectares. Esta expansão foi desenhada para instalações comerciais e residenciais.

A Verde Azul foi responsável pelo seguinte:

  • Relatório ao Ministério do Ambiente que definiu o nível de impacto na categoria B (requer estudo simplificado);
  • Apresentação de Termos de Referência para a Avaliação da Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) e recolha de dados sócio- económicos;
  • Estudo Ambiental Simplificado (EAS) e um Plano de Gestão Ambiental, que foi aprovado pelo Ministério do Meio Ambiente;
  • Desenho e implementação do programa de Ambiente e Programa Educacional de higiene e HIV e implementação de Género;
  • Acompanhamento da aplicação e ligação com o Ministério do Ambiente para adquirir licença ambiental.

Assistência Técnica para a Redução da Burocracia para a CTA em Moçambique

Assistência Técnica para a Redução da Burocracia para a CTA em Moçambique

Cliente – SIDA
Localização – Moçambique
Ano – 2003 – 2007
Tempo – 5 anos

A Verde Azul prestou serviços técnicos de apoio á Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) para reduzir as barreiras da burocracia e promover as relações empresariais entre Moçambique e os países nórdicos durante um período de 5 anos. O apoio financeiro envolvido pela CTA foi cerca de USD 1,6 milhões, sendo este financiamento aplicado com o objectivo de reduzir a pobreza através da criação de emprego e crescimento de negócios.

Teve  4 objectivos imediatos:

  1. Fortalecer a CTA;
  2. Promoção pública de iniciativas privadas;
  3. Criar e fortalecer o Centro de Arbitragem;
  4. Fornecer Administração de Projectos e Coordenação;

A Verde Azul coordenou o projecto e apoiou a gestão de fundo.

A Verde Azul certificou-se que os processos de aquisição de bens e serviços respeitavam as regras e regulamentos da SIDA. A Verde Azul realizou reuniões estratégicas regulares com o cliente e com os financiadores.

Este projecto permitiu há CTA encontrar soluções para reduzir em 25%, as barreiras existentes identificadas pelos investidores, como principais obstáculos ao um bom ambiente de negócios.

Impacto da Doença Amarelecimento Letal do Coqueiro na Zambézia e Sul de Nampula

Impacto da Doença Amarelecimento Letal do Coqueiro na Zambézia e Sul de Nampula

Cliente – MCA
Localização – Nampula e Zambézia – Moçambique
Ano – 2012
Tempo – 9 meses

O objectivo do projecto foi compreender e quantificar como o CLYD e a infestação Oryctes pode afectar o sistema de agricultura, o meio de vida, a renda familiar e a segurança alimentar dos pequenos agricultores, e desenvolver cenários de impacto com base nos níveis de doença e infestação de pragas nos distritos costeiros da Zambézia e Nampula.

A Verde Azul fez a colecta de dados através de diversos instrumentos:

  • Geo-referenciamento, observação e recolha de dados económicos e sociais através de questionários às famílias;
  • Descrição dos sistemas de agricultura familiar existentes;
  • Descrição e quantificação dos aspectos relacionados com a fonte de renda das famílias, com ênfase em coco e seus produtos derivados;
  • Descrição das questões relacionadas com a segurança alimentar.

A Verde Azul desenvolveu vários cenários que diferenciaram entre os vários estratos de níveis de renda, mediu o impacto e as prováveis perdas económicas de diferentes graus de doenças e infestação por praga.

A Verde Azul validou o impacto de cada modelo de ALC e maneio de pragas, em termos de perda na geração de renda das comunidades afectadas.

Gestão e Administração Segura e Inclusiva da Terra em Moçambique: Capacitação das Autoridades Nacionais e Provinciais

Gestão e Administração Segura e Inclusiva da Terra em Moçambique: Capacitação das Autoridades Nacionais e Provinciais

Cliente – Direcção Nacional de Terras e Florestas (DNTF)
Localização – Moçambique
Ano – 2014 – 2018
Tempo – 4 anos em desenvolvimento

A Verde Azul está a implementar um Programa de Gestão de Terra e Administração em Moçambique. Este projecto iniciou-se em 2014 e terminará em 2018, com uma duração contínua de 5 anos.

O Gesterra é projectado para fornecer suporte contínuo a algumas das actividades lançadas pelo “Acesso à Terra” do projecto MCA em que Verde Azul foi um interveniente chave (o projecto MCA terminou no final de 2013).

Um objectivo-chave deste programa é reforçar a DINAT (ex-DNTF) no seu papel de organização coordenadora na gestão e administração da terra, e mantendo o Cadastro Nacional de Terras (CNT).

Este projecto tem as seguintes componentes:

  • Melhorar a gestão das terras do Fórum Consultivo da Terra, as autoridades distritais da terra (SPGC) e as Autoridades Nacionais de Terra (DNTF). Pretende-se que a delimitação de terras, regularização fundiária e ordenamento do território sejam processos planeados e desenvolvidos a nível local e com os serviços de promoção do investimento;
  • Consolidar a administração da terra e construir o cadastro nacional de terras, ampliando a prestação de serviços de administração de terras para as dez províncias de Moçambique.

O objectivo/resultado do programa é melhorar a capacidade nacional para fornecer governação sustentável da terra e promover uma visão integrada da administração e gestão/uso da terra que responda às necessidades de todos os utentes da terra, fornecendo direitos seguros e claros (DUAT) que podem facilitar novas escolhas e decisões de investimento e melhorar a segurança alimentar.

Desenvolvimento do Turismo em Chemucane – Reserva Especial de Maputo

Desenvolvimento do Turismo em Chemucane – Reserva Especial de Maputo

Cliente – Bell Foundation Trust
Localização – Província de Maputo – Moçambique
Ano – 2011
Tempo – 4 meses

Estudo de Impacto Ambiental para a “construção de um Lodge comunitário” sob licença especial emitida pela Autoridade Nacional de Conservação (DNAC) para uma associação denominada Ahi Zameni Chemucane.

O investimento é financiado pela Fundação Bell e envolve a conservação de uma área de cerca de 800 hectares.

A Verde Azul foi responsável por:

  • Dados socioeconómicos para a área da fauna e flora terrestres e marinhos;
  • Elaboração do relatório de Pré-Viabilidade Ambiental seguido dos termos de referência (EPDA e TOR);
  • Estudo de impacto ambiental e plano de gestão apresentado à Fundação Bell para discussão interna;
  • Apresentação de EIA (relatório final) ao Ministério do Ambiente;
  • Assistência ao Cliente e do Ministério do Ambiente para aprovação da licença ambiental.

Crescimento Económico Inclusivo através do uso Sustentável dos Recursos Naturais na Província de Niassa: Programa Malonda

Crescimento Económico Inclusivo através do uso Sustentável dos Recursos Naturais na Província de Niassa: Programa Malonda

Cliente – Governo de Niassa e ASDI
Localização – Niassa – Mozambique
Ano – 2000 – 2007
Tempo – 7 anos

A Verde Azul foi fundamental no desenvolvimento e gestão do Programa Malonda, um programa de desenvolvimento do sector privado na província do Niassa, Moçambique. O programa foi financiado pelo Governo de Moçambique e pela Agência de Cooperação Sueca para o Desenvolvimento Internacional.

A Verde Azul apresentou propostas para estabelecer posteriormente uma estrutura institucional sustentável para o Programa Malonda.

A Fundação Malonda estabeleceu como serviços essenciais da sua área de actuação: fornecer apoio às comunidades locais proporcionando o aumento da eficiência das empresas relacionadas com a redução de barreiras à burocracia; risco e transacções estabelecidas na Fundação Malonda.

Durante a gestão da Verde Azul, cinco empresas florestais foram certificadas pela FSC, que iniciou as suas operações no Niassa, em parceria com a Malonda. Actualmente estão a implementar uma gestão planeada para reflorestar mais de 500.000 ha de terras degradadas. Mais de 3.000 novos empregos directos foram criados até 2007. Espera-se que esta trajectória seja de continuidade de forma a atingir pelo menos 15.000 novos postos de trabalho no prazo de dez anos. Daqui verificou-se a implementação de várias empresas e a linha férrea foi reestruturada.

Foi criada uma grande área de vida selvagem protegida com 110 000 ha, Monte Mosale, que é importante para a protecção dos ecossistemas e para a biodiversidade da província.

As responsabilidades incluíam: concepção, execução, coordenação, acompanhamento e planeamento, a avaliação regular do desempenho (operacional e financeiro) e reorientação das actividades. Também envolveu a identificação de oportunidades de investimento em colaboração com o Governo Provincial e promoção dos investimentos e negociações comerciais com investidores e partes interessadas em Silvicultura, Agricultura, Turismo e Vida Selvagem.

Posteriormente as comunidades foram assistidas em como planear o uso de suas terras por peritos externos e independentes, e a VA também forneceu suporte legal. As comunidades decidiram abdicar de alguns dos seus direitos a favor da implementação de estabelecimentos comerciais em troca da criação de emprego e desenvolvimento de infraestruturas.

A Verde Azul desenvolveu um modelo para o reconhecimento de direitos colectivos e as comunidades foram trazidas para relações directas com investidores.

O processo foi implementado com o apoio da FAO, Fundação Aga Khan, TechnoServe e com peritos independentes, tais como,  Sevy Madureira do Brasil e Christopher Tanner da FAO fornecendo orientação e apoio durante todo o processo.

O processo para a obtenção de direito de uso da terra foi implementado de acordo com a lei de terras de Moçambique (publicado em 1997).

Centrou-se, além do mais, num processo de Consentimento Livre e Esclarecido no tocante à delimitação de todas as áreas que legalmente pertencem às comunidades locais, bem como foram priorizados o mapeamento das áreas de alto valor de conservação.

A estratégia Malonda centrou-se no respeito pelas comunidades indígenas e seu direito de tomar decisões informadas e inclusivas. As comunidades locais foram incentivadas a tomarem conta da velocidade e do processo de negociação nos vários debates que conduziram à criação da Fundação Malonda.

Um Centro de Recursos da Malonda foi inaugurado em Maputo e foi criada uma sede em Lichinga. Uma vez que as instituições foram legalizadas e o conselho de administração realizou as suas primeiras reuniões, a Verde Azul entregou o programa a ser levado a cabo pela Administração e por um director executivo e sua equipa.

Produção de Banana no Norte de Moçambique: Plano de Compensação e Reassentamento

Produção de Banana no Norte de Moçambique: Plano de Compensação e Reassentamento

Cliente – ENICA
Localização – Cabo-Delgado – Moçambique
Ano – 2012
Tempo – 5 meses

A Verde Azul prestou assistência a uma equipa de investidores moçambicanos na área da agro-indústria da banana – Enica, para preparar um Plano de Reassentamento para os primeiros 1000 hectares previstos como suas áreas de cultivo.

Os resultados incluíram a análise do perfil socioeconómico das famílias afectadas, bem como a preparação do plano de reassentamento e o plano de acção para o reassentamento.

Os resultados foram compostos por:

  1. Mapeamento da área de reassentamento;
  2. Avaliação dos potenciais impactos adversos e positivos sobre as comunidades em termos quantitativos e qualitativos;
  3. Avaliação e análise de potencial perda de bens tangíveis e intangíveis;
  4. Definição dos critérios de compensação e de elegibilidade dos beneficiários;
  5. Apresentação de soluções e de alternativas técnica e economicamente viáveis para garantir que o actual padrão de vida das famílias afectadas é melhorado como resultado do reassentamento.

O trabalho envolveu a colecta de dados através de uma profunda compreensão das infra-estruturas, melhorias, recursos naturais e dos de agregados familiares afectados pelo projecto em Ocua-Chiúre. A apresentação de um plano de compensação e reassentamento para uma área estimada de 1.000 ha na comunidade Namravarava, localidade de Ocua no distrito de Chiúre, na província de Cabo Delgado.

Projecto de Acesso Seguro à Terra

Projecto de Acesso Seguro à Terra

Cliente – Millennium Challenge Account (MCA)
Localização – Maputo, Zambézia, Nampula, Cabo Delgado e Niassa – Moçambique
Ano – 2009 – 2013
Tempo – 5 anos

A componente de terra do MCA facilitou melhorias nos sistemas de administração da terra e registos de direitos à terra. Passou em revista as políticas e a legislação correspondente.

A Verde Azul em parceria com o HTSPE, Lda (UK) prestou assistência técnica a essas actividades.

A assistência começou em 2009 e foi concluída no segundo semestre de 2013. O projecto teve como foco particular as quatro províncias do norte do país: Zambézia , Nampula , Niassa e Cabo Delgado.

Os resultados incluíram o acesso seguro à terra com um foco sobre a necessidade de produzir impactos económicos tangíveis que são compartilhados pelos mais pobres e para as camadas sociais menos favorecidas nas províncias-alvo.

A actual política nacional de terra proporciona uma base para toda a abordagem através da seguinte declaração: “salvaguardar os direitos do povo moçambicano para a sua terra e dos recursos naturais, promovendo o investimento e uso equitativo e sustentável desses recursos”.

As actividades actuais incluem o estabelecimento de um sistema de registo melhorado. Pretende-se para garantir os diversos direitos existentes – concessionários e formais. Ele é projectado para facilitar simultaneamente o acesso à terra para os investidores, que eventualmente podem ser enquadrados dentro desses mesmos direitos.

O programa também inclui novas soluções para que os investidores e comunidades possam trabalhar juntos e compartilhar os resultados de seus esforços, guiados em todos os pontos pelos princípios da igualdade e sustentabilidade.

Cerca de 6 instituições separadas, estão envolvidos neste programa como beneficiários e implementadores de mais de 40 milhões de dólares de ajuda ao desenvolvimento: Direcção Nacional de Terras e Florestas, CENACARTA, CFJJ, INFATEC e Municípios.

As acções estão focadas na igualdade de acesso a um sistema de registo formal, acessível e disponível para os mais carenciados.

Também são necessárias medidas para reforçar a capacidade dos mais carenciados de utilizar os recursos individuais e comunitários de forma independente ou em parceria com o sector privado e os parceiros públicos.

O acesso dos investidores à terra pode mudar os parâmetros do sistema local de produção e, se for bem gerido, altera o sistema de subsistência local, oferecendo oportunidades económicas e de emprego que poderão valorizar os rendimentos e melhorar o bem-estar social das comunidades mais pobres.

O programa apresenta uma visão de cidades e distritos transformadores, onde o investimento traz recursos e oportunidades para os agricultores locais, este foi desenvolvido para a auto-subsistência dos agricultores de modo a desenvolverem-se a par dos investidores.

O registo de administração será instalado em simultâneo com formação para corresponder ao sistema de recursos, capacidade e competências. Todo o sistema é visto como uma ferramenta para o desenvolvimento rural. Ele irá esclarecer os direitos de terra, enquanto gere os diversos direitos e necessidades. A componente terrestre tem uma ligação operacional clara com o processo de descentralização e sua ênfase no distrito como pólo de desenvolvimento do país.

Alterações Climáticas em Moçambique: Participação do Sector Privado para a Adaptação e Resiliência INGC Fase II, Tema 4

Alterações Climáticas em Moçambique: Participação do Sector Privado para a Adaptação e Resiliência INGC Fase II, Tema 4

Cliente – Embaixada da Dinamarca (DANIDA)
Localização – Moçambique
Ano – 2009 – 2011
Tempo – 1.5 anos

O principal objectivo deste projecto foi assegurar uma rápida implementação de adaptação e capacitação de resiliência, com ênfase na redução de risco de desastres, ao envolver o sector privado de uma forma estruturada e pragmática, para que o processo possa ser replicado noutras áreas de Moçambique.

Um modelo de avaliação ambiental estratégica foi desenvolvida e implementada para determinar os riscos e oportunidades de adaptação numa grande área geográfica de aproximadamente 2,4 milhões de hectares.

A Verde Azul preparou e apresentou um modelo de como o sector privado pode ser envolvido na construção de riqueza sustentada. Projectos âncora foram identificados e reuniões com os interessados e da comunidade foram realizadas para criar consciência e aprender como as comunidades locais como estão a lidar com as mudanças que já afectam a sua subsistência.

O objectivo de envolver o sector privado foi o de reabilitar áreas degradadas, aumentar a capacidade da natureza de suportar condições climáticas extremas e para acelerar a transição da economia de auto- subsistência actual na área numa economia assalariada competitiva que pode dar aos indivíduos melhores padrões de vida e diminuir a pobreza com soluções permanentes de construção de resiliência.

O trabalho também envolveu o desenvolvimento de estratégias que podem salvaguardar os serviços eco-sistémicos importantes e garantir uma vida melhor para as gerações futuras.

O projecto desenvolvido foi um instrumento de planeamento estratégico e medidas de adaptação e construção de resiliência numa área geográfica de aproximadamente 2,4 milhões de hectares.

Foi criado um projecto-piloto para a produção de agro-energia bem como foi fornecido apoio à pesquisa, fundamental para uma produção de açúcar orgânico comercial e de bio etanol que pode responder às necessidades do mercado local.

Foram envolvidos 8000 membros da comunidade em reuniões de sensibilização.

Um modelo de projecto com base na experiência de campo e feedback de base foi apresentado ao INGC.

Desenvolvimento Agro-Industrial de Banana e Manga, na Província de Manica

Desenvolvimento Agro-Industrial de Banana e Manga, na Província de Manica

Cliente – GIESTA
Localização – Manica –  Moçambique
Ano – 2005 – 2007
Tempo – 2 anos

A Verde Azul foi contratada por um grupo de investidores moçambicanos para realizar estudos de pré-viabilidade e de viabilidade, bem como de ensaios de plantações para o desenvolvimento da agro industrial da banana e manga para exportação.

O trabalho envolveu a identificação de terras e legalização de um terreno de aproximadamente 230 hectares, incluindo o DUAT para a produção agro industrial.

A Verde Azul também implementou estudos de avaliação da viabilidade da banana e outra produção frutícola, mobilizou uma equipa e supervisionou a análise detalhada do solo.

A Verde Azul colaborou com a empresa Chiquita na recolha de dados sobre precipitação, clima, social e restrições ambientais.

A Verde Azul desenvolveu estratégias de mitigação, bem como negociou com as autoridades locais e com as comunidades.

A Verde Azul realizou estudos sobre as estratégias de armazenagem de água em colaboração com um grupo sul-africano, Crookes Brothers e iniciou a legalização do direito de uso da terra para 1000 hectares de áreas de terras de culturas adicionais (aquisição de DUAT), como parte de sua estratégia de crescimento.

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